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Secretário do Continente anuncia novas obras para a região de Coqueiros

26 MAI 2021


Ampliação da ciclofaixa e reforma do Parque já começaram

Em reunião nesta terça-feira com representantes comunitários dos bairros Coqueiros, Itaguaçu, Bom Abrigo e Abraão, o secretário municipal do Continente, Guilherme Pereira anunciou novas obras para a região. Entre elas, a ampliação da ciclofaixa de domingo – que se tornará permanente – as obras de revitalização do Parque de Coqueiros e duas quadras de arena de praia no bairro Abraão.

Presente à reunião, o secretário adjunto da Mobilidade, Ivan Couto, explicou o projeto de ampliação da ciclofaixa. Na primeira fase, foi instalar a sinalização na Rua 14 de Julho para dar continuidade até a Beira-Mar Continental. A próxima parte, será conectar esse trecho à ciclofaixa que vai ser construída no Parque de Coqueiros, ao lado do estacionamento que está em obras.

Já na Avenida Engenheiro Max de Souza – onde atualmente só funciona a ciclofaixa de domingo – o projeto prevê: a continuidade da ciclofaixa do Restaurante Trintão até a Floricultura Indaiara, e dali em diante uma ciclorrota até o Parque de Coqueiros.

“Percorremos toda a orla, desde o bairro Abraão, para fazer uma análise de todo esse cenário. E estamos nos debruçando, agora, na secretaria da Mobilidade para ver a melhor maneira de trazer segurança aos ciclistas, aos pedestres e aos motoristas”, aponta Ivan. Por sua vez, o secretário Guilherme Pereira garantiu, de imediato, reacender a sinalização horizontal da ciclofaixa de domingo, que está com a pintura apagada.

Para a ciclista e professora Ana Destri, responsável pelo Projeto Bicicleta na Escola, a proposta “de dividir a rua” é uma forma de integração e respeito no trânsito. Ao defender a convivência, ela sugeriu também ao secretário Ivan um estudo para reduzir a velocidade das principais avenidas de Coqueiros.

Já no Parque, a revitalização reúne uma ciclofaixa, estacionamento com lajotas, quadras de arena de praia e pista de skate.  “Estou à frente da Secretaria faz 90 dias e iniciei o trabalho nesta que é uma mini prefeitura, já que o Continente engloba em torno de 150 mil habitantes em 11 bairros, de dentro pra fora. Primeiro foi arrumar as goteiras do imóvel, e agora pretendemos – além dos projetos citados – trazer novamente para o prédio unidades do Procon, Banco do Empreendedor, IGP, Casan, Celesc, CDL, Caixa Econômica, SINE, OAB”, adianta o secretário. “Ao todo, são 20 boxes que serão reformados para abrigar os novos serviços”, completa.

Estiveram no encontro, além dos secretários Guilherme Pereira e Ivan Couto, o secretário adjunto Marco Sacenti, o superintendente da Região Continental, Rodrigo Cássio, o presidente da Associação do Bairro Abraão, Paulo Rodrigues, o presidente da Associação de Moradores e Amigos do Bom Abrigo, Sérgio Ceriotti, a presidente da Pró Coqueiros e editora da Folha de Coqueiros, jornalista Sibyla Loureiro, o vice-presidente da Pró Coqueiros, Rodrigo Kiko Bungus, a presidente do Conseg 31 Elaine Otto, o presidente do Codecon, Dalton Malucelli, e a representante da AmoBici, Ana Destri.

DEMANDAS COMUNITÁRIAS

- Para evitar invasão por moradores em situação de rua no mangue do Parque de Coqueiros e impedir acúmulo de lixo, o vice-presidente da Pró Coqueiros, Rodrigo Kiko Bungus, solicitou a colocação de um alambrado no local.

- A respeito da limpeza urbana, o superintendente Rodrigo Cássio disse que está contratando 20 colaboradores temporários para agilizar a roçagem do mato e corte de plantas em ruas e praças públicas. Também já foram adquiridas uma caçamba e retroescavadeira.

- Quanto ao pedido dos moradores do entorno do prédio abandonado na Avenida Almirante Tamandaré, próximo à Concessionária Peugeot, Guilherme Pereira disse que estão avançando para a demolição do imóvel, de acordo com a lei aprovada em janeiro na Câmara:  

Lei 707 de 2021 – DEMOLIÇÃO – Ação demolitória 

Art. 57. A demolição total ou parcial de uma edificação, equipamento, muro ou desfazimento de obras de parcelamento do solo poderá ser imposta nos seguintes casos:

I - Quando executados em desacordo com o projeto licenciado, ou ainda desobedecendo os alinhamentos e, ou nivelamento;

II - Quando se tratar de obra ou parcelamento do solo licenciado em desacordo com a legislação e não for passível de alteração de projeto para a adequação à legislação;

III - Quando forem julgados em risco iminente de caráter público;

IV - Quando construídos sobre valas ou redes pluviais existentes, sem anuência do órgão responsável pela rede geral de drenagem do município;

V - Quando não concluídas e abandonadas por prazo igual ou superior a cinco anos, sendo julgadas insalubres, em risco de invasões, em risco às propriedades vizinhas, em risco à segurança pública e atentem contra a paisagem urbana e ou natural e à qualidade estética das habitações.

Parágrafo único. A demolição ou desfazimento não poderão ser impostos quando o responsável apresentar projeto que regularize a situação dentro dos prazos de defesa, quando houver determinação judicial para suspensão da atividade da fiscalização, ou ainda, no caso do inciso III deste artigo, se o proprietário ou responsável tomar imediatas e eficazes providências para afastar o risco iminente.

 

 

 

 

 

 

 

 


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