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Final feliz: Gatinha Mel foi encontrada no sofá antigo da casa

19 DEZ 2020


Depois da polêmica envolvendo a captura para castração de uma colônia de gatos na Rua Eduardo Nader, no bairro Bom Abrigo, uma boa notícia circulou nos grupos de whatsApp nesta sexta-feira, dia 18. É a história, com final feliz, da gatinha Mel, que sumiu de casa, sem deixar rastro.
Tudo começou quando a família tentou encontrar a gatinha para ir à clínica veterinária tomar uma injeção de antibiótico para um tratamento que faz no intervalo de dois dias. A casa foi revirada dos pés à cabeça, e a Mel não foi encontrada.
“Foi uma saga em família”, diz a tutora Alessandra que resolveu, depois da busca em vão, fazer um comunicado e postar no grupo de vizinhos da Associação de Moradores e Amigos do Bom Abrigo (Amaba). “Ela nunca vai para a rua, mas comecei a acreditar que, desta vez, era a única possibilidade”, explica.
Mas, à noite, enquanto assistia televisão no sofá da sala, Alessandra teve um insight. Lembrou que pela manhã o sofá havia sido trocado pela loja, pois o mesmo apresentava defeito. “As gatas amam ficar na parte atrás do encosto ou em cima do encosto da cabeça do sofá”, conta ao referir-se a Mel, com nove anos, e a Ivy (preta), com cerca de oito anos.
Foi a partir desse “estalo” que Alessandra se deu conta que a gatinha poderia ter ido junto com o sofá antigo para o depósito da loja.  Ligou para a vendedora, que ficou preocupada já que era noite e ela não tinha a chave do depósito, e explicou a situação. E acrescentou: “amanhã você chama a Mel e oferece água para verificar se ela está mesmo no depósito”, recomendou.
Não deu outra: Alessandra estava certa e comunicou nos grupos sábado pela manhã: “Acabei de descobrir onde nossa gatinha foi parar. Ontem trocamos nosso sofá e ela foi dentro do sofá antigo, parar no depósito da loja”, comemorou.

EM TEMPO: As duas gatas são adotadas, sendo que a Ivy foi recolhida da rua, toda machucada, depois de terem jogado um produto quente no pelo dela. “Até hoje, tem falha na pelagem do pescoço por conta da violência que sofreu”, lamenta Alessandra.

 

 


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